Dia do Nordestino - 08 de Novembro

domingo, 23 de setembro de 2012

Mensagem de fé. Extraída da internet. Vale a pena ler


Os tanques, as Crianças e o Caminhão de feirantes - Maria da Paz

Os tanques, as Crianças e o Caminhão de feirantes 
Maria da Paz - 23 de Setembro de 2012




Certa vês, três criancinhas tomavam banho em um lajedo  de tanques, bem parecido com esse aí, quando derrepentemente apareceu um caminhão de feirantes,  um pau de arara. Uma das meninas se escondeu atrás de um barranco de rochas e folhagens, a outra garotinha pulou dentro do tanque e a terceira garotinha ficou chorando, cobrindo  o pecado com uma quenguinha de coco.
Mas, que bobagem, elas tinham de três para quatro anos, estavam tomando banho sem roupas em tanques que se formaram nas pedras enquanto a mãe de uma delas lavava roupas. Não havia necessidade nenhuma da preocupação e o caminhão de feirantes iria sim passar por lá, quero dizer na estrada a uns 100 metros de distância.Os passageiros nem iam perceber se não fosse pela ação desesperada da terceira garotinha.
Foi só o que a pau de ararada quis: risos, vaias e a menininha chorando. No final deu tudo certo e a história fica para a posteridade. A segunda menininha da história sou eu e a mãe era a minha, Vitória Duda.
Os tanques na Paraíba são muito comuns em quase todas as propriedades tem um ou vários.
Em períodos seguidos de chuvas a água acumulada serve para todos os fins.
Os mais profundos são protegidos com uma faxina (cerca de varas finas), essa servirá para uso doméstico, inclusive para beber e as mais rasas são para lavar roupas, tomar banho, para o gado,...
Esses tanques por acaso não era em nossa propriedade, pois nas nossas terras não existiam lajedos, por ser uma área pequena.
O acúmulo de água era feito em barreiros.
Os barreiros são pequenos buracos feitos em regiões baixas por onde a água passa.
Essas águas vêm de tudo quanto é lugar: estradas, pequenos riachos,  dos terreiros, das bicas...
Quando a água atinge o ponto de sangria, está pronta  para ser consumida.
Hoje em dia, sou cheia de onda, como dizem meus alunos. Mas, eu já tomei muita água de barreiro.
A caatinga paraibana sofre muito com as secas.
Há lugares que não tem reserva de água nenhuma e os moradores pegam seus jumentos, burros, cavalos (como queira) e saem em busca desse bem precioso, que na maioria dos reservatórios naturais é salobra, diga-se de passagem. Alguns caminham léguas a fio, para trazer um sua bagagem quatro ou cinco barris. Lá literalmente é o lugar onde se mata um leão por dia.


Admirável gado novo

Zé Ramalho
Vocês que fazem parte dessa massa,
Que passa nos projetos, do futuro
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais, do que receber.
E ter que demonstrar, sua coragem
A margem do que possa aparecer.
E ver que toda essa, engrenagem
Já sente a ferrugem, lhe comer.
Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado, ê
Povo feliz
Lá fora faz um tempo confortável
A vigilância cuida do normal
Os automóveis ouvem a notícia
Os homens a publicam no jornal
E correm através da madrugada
A única velhice que chegou
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou.
Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado, ê
Povo feliz
O povo, foge da ignorância
Apesar de viver tão perto dela
E sonham com melhores, tempos idos
Contemplam essa vida, numa cela
Esperam nova possibilidade
De verem esse mundo, se acabar
A arca de Noé, o dirigível
Não voam, nem se pode flutuar,
Não voam nem se pode flutuar,
Não voam nem se pode flutuar.
Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado e,
Povo feliz
É a cara do Brasil sil sil siL !!!!!!!!!!!!!!!!!


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Comentário a respeito de Ouro de tolo do Raul Seixas


A música popular passa a ser o espaço "nobre", onde se articulam, são avaliadas e interpretadas as contradições socioeconômicas e culturais do país, dando-nos por tanto seu mais fiel retrato.
Silviano Santiago

Pirita ou pirite  ou ainda pirite de ferro, é um dissulfeto de ferro, FeS2. Tem os cristais isométricos que aparecem geralmente como cubos, mas também frequentemente como octaedros ou piritoedros (dodecaedros com faces pentagonais). Tem uma fratura ligeiramente desigual e conchoidal, uma dureza de 6-6.5 na escala de Mohs, e uma densidade de 4,95 a 5,10. Tem uma risca negro-esverdeada e, devido ao seu brilho metálico e à cor amarelo-dourada, recebeu também o apelido de ouro-dos-tolos; ironicamente, contudo, pequenas quantidades de ouro podem às vezes ser encontradas disseminadas nas piritas. De fato, dependendo da quantidade de ouro, a pirite aurífera pode mesmo ser uma fonte valiosa deste metal precioso. Em piritas podem ocorrer também arsênioníquelcobalto ecobre. Desse metal saiu a expressão "Nem tudo que reluz é ouro.


Ouro de Tolo  - Raul Seixas

Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros por mês

Eu devia agradecer ao Senhor
Por ter tido sucesso na vida como artista
Eu devia estar feliz
Porque consegui comprar um Corcel 73

Eu devia estar alegre e satisfeito
Por morar em Ipanema
Depois de ter passado fome por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa

Ah! Eu devia estar sorrindo e orgulhoso
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa

Eu devia estar contente
Por ter conseguido tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado

Porque foi tão fácil conseguir
E agora eu me pergunto: E daí?
Eu tenho uma porção de coisas grandes
Pra conquistar, e eu não posso ficar aí parado

Eu devia estar feliz pelo Senhor
Ter me concedido o domingo
Pra ir com a família ao Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos

Ah! Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco praia, carro, jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco

É você olhar no espelho
Se sentir um grandessíssimo idiota
Saber que é humano, ridículo, limitado
Que só usa dez por cento de sua Cabeça animal

E você ainda acredita que é um doutor, padre ou policial
Que está contribuindo com sua parte
Para nosso belo quadro social
Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada cheia de dentes
Esperando a morte chegar
Porque longe das cercas embandeiradas
que separam quintais
No cume calmo do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora de um disco voador





POSTEI ESTA MÚSICA PARA FAZER UM BREVE COMENTÁRIO

                      Estava eu e alguns alunos na calçada da Escola, esperando o
ônibus que eles viajam para suas casas ao final do  dia e como de costume
a Direção da Escola. Sim por que é habitual que uma pessoa da Direção
 os acompanhem, até que o último aluno embarque. Hoje eventualmente,
era eu a pastoreia. 
Mais adiante havia um  carro estacionado com um som que
tocava a música "Ouro de Tolo" de Raul. Em um dado momento um dos alunos, exclamou a seguinte frase: - Como pode um pessoa escutar uma música ridícula dessa meu irmão?!!!!  Nesse momento, entrei em campo e fui explicar para oJovem, o que na minha concepção de educadora e transmissora de saberes está faltando na grande maioria dos educadores do Brasil. “A vontade de mostrar  com olhos de sabedoria o que está "embutido" sim, embutido do verbo "esconder" nas letras de músicas que os jovens atuais estabeleceram  como ridículas.” É ridículo ir a rua lutar por direitos da cidadania?
Fazendo uma análise rasa e cotidiana, se descobre coisas bárbaras como: a falta do contentamento pelas coisas que conquistamos (quanto mais temos mais queremos) - eu devia, eu devia, ou a falta de interesse por tudo que adquiriu; Mas, o mais incrível é que existe todo um contexto voltado para as militâncias de 1964. Tudo bem que Raul, não foi nenhum aguerrido das lutas pelo fim da Ditadura Militar, mas, esse descontentamento pode indicar  que havia uma pretensão de sairde sua zona de conforto, ao dizer "Se olhar no espelho e sentir-se um grandessíssimo idiota" e reconhecer a sua impotência  - "ridículo, limitado que só usa 10% de sua capacidade de pensar e agir. Ele ainda atenta para as desigualdades sociais nas pessoas do Doutor, do padre e do policial que ora exercia os desmandos dos ditadores. Raul Seixas nunca foi exilado político, por decisão própria  promoveu seu auto exílio. Suas músicas muito loucas tinham cunho revolucionários, como podemos citar a "Sociedade Alternativa"  movimento que ele trouxe para o Brasil. Assim "ouro dos tolos" para osrevolucionários eram representados através de músicas. Nem sempre músicas, mas mensagens para os colegas que lutam e/ou para a população.
"Nem tudo que reluz é ouro
Nem todoa música é música"
 






Chico Buarque de Hollanda era o preferido pela Censura

Truculência, violência

Dilma, nossa presidente esteve na mira da Ditadura
Carlos Lamarca, 




A música popular passa a ser o espaço "nobre", onde se articulam, são avaliadas e interpretadas as contradições socioeconômicas e culturais do país, dando-nos por tanto seu mais fiel retrato.
Silviano Santiago




Paisagem de Interior - Jessier Quirino

Paisagem de Interior

Matuto no mêi da pistamenino chorando nurolo de fumo e beijucolchão de palha listradoum par de bêbo agarradopreto véio rezadorjumento jipe e tratorlençol voando estendidoisso é cagado e cuspidopaisagem de interior.

Três moleque fedorentomorcegando um caminhãochapéu de couro e gibãobodega com surtimentopoeira no pé de ventotabulêro de cocadabanguela dando risadadas prosa do cantadorbuchuda sentindo dorcom o filho quase paridoisso é cagado e cuspidopaisagem de interior.

Bêbo lascando a canelaescorregando na frutanum batente, uma matutaareando uma panelacachorro numa cadelase livrando das pedradaciscador corda e enxadana mão do agricultorno jardim, um beija-flornum pé de planta floridoisso é cagado e cuspidopaisagem de interior.

Mastruz e erva-cidreiradebaixo dum jatobámenino querendo olharas calça da lavadeiraum chiado de porteiraum fole de oito baixopitomba boa no cachoum canário cantadorcaminhão de eleitorcom os voto tudo vendidoisso é cagado e cuspidopaisagem de interior.

Um motorista cangueiroum jipe chêi de batataum balai de alpercataporca gorda no chiqueiroum camelô trambiqueiroavelós e lagartixabode véio de barbichabisaco de caçadorum vaqueiro aboiadorbodegueiro adormecidoisso é cagado e cuspidopaisagem de interior.

Meninas na cirandinhaum pula corda e um tocavarredeira na fofocauma saca de farinhacacarejo de galinhanovena no mês de maiovira-lata e papagaiocarroça de amoladorfachada de toda corum bruguelim desnutridoisso é cagado e cuspidopaisagem de interior.

Uma jumenta viçandojumento correndo atrásum candeeiro de gásvéi na cadeira bufandoradio de pilha tocandoum choriço, um manguzáum galho de trapiácarregado de fulôfogareiro abanadorum matador destemidoisso é cagado e cuspidopaisagem de interior.

Um soldador de paneladebaixo da gameleirasovaqueira, balinheirauma maleta amarelarapariga na janelacasa de taipa e latadanuvilha dando mijadana calçada do doutortoalha no aquaradorum terreiro bem varridoisso é cagado e cuspidopaisagem de interior.

Um forró de pé de serrafogueira milho e balãoum tum-tum-tum de pilãoum cabritinho que berrauma manteiga da terrazoada no mêi da feirafacada na gafieiramatuto respeitadorpadre, prefeito e doutoros home mais entendidoisso é cagado e cuspidopaisagem de interior. 

Poesia sem Rima - José Bezerra de Carvalho


                                                                Poesia sem rima  






Uma poesia sem rima
É casamento sem festa
É orquestra desafinada
Que o maestro detesta
É como peste epidêmica
Ligeiro se manifesta.


É um palhaço sem graça
No meio de um picadeiro
É como uma flor murcha
Que não se sente o cheiro
É como garça depenada
No meio de um tabuleiro.


Como noiva abandonada
Na porta de uma igreja
É como o mau casamento
Quem o faz nunca festeja
É como o mal ocorrido
Que a gente nunca deseja.


É como um rio sem água
Olho d’água que secou
É como uma quimera
Que o vento veio e levou
Desapareceu ligeira
Nem a lembrança deixou.


É como ave agoureira
Que a todos causa terror
Ente querido que parte
Deixando tristeza e dor
É como uma pessoa má
Que não conhece o amor.


A poesia sem rima
É dor, é nostalgia,
É prosa mal humorada
Feita por grosseria
É uma má versação,
Não se chama poesia...


José Bezerra de Carvalho




Eu vou pra roliud - Maria da Paz

Eu mi pus a meditar
e cheguei a concrusão
Vou mim bora do Brasí
Vou morá in Roliud.
Lá as muié são faceiras
Os homes são de corage
Os cavalos são ligeiros
Inté a poeira é bela.
Nun si ver gente cuberta
com esses trapus de Chita
Elas anda é inguazim
A fia de Maria Rita.
Cuando a noitinha cai
As frôr de formuzura
Vão passear sorrateira
Parece cobra no quente
Balançando um maracá.
E os cabras bem vistidos
Com paletor de bramante
Todo branco reluzante




Cuando entrum no salon
pede logo uma bibida
Daquelas tão saburosa
Que o cabra dar uma cuspida.
Mostrando que é valente
Impurra quem tar na frente
Se arguérm se intrometer
O pau cumeça a cumer
Tapa vai e tapa vem
Eu queria era tar lá
pru mode bater tombém
Minha mãe me dixe
Qui isso é bestagem
E qui se eu tivesse
lar eu ia era apanhar.







 Lár num si briga de tapa
  Nem muito menos de faca
  Os revove são veloz
  Quando a gente pensa
  Que a bala vai saindo
  Ela já vem é voltano
  Se livre como quizer
  Pois a briga é pru muié
  Dos cangote descoberto
  Roliud me espere
  Eu só volto pru Brasí
  Si um dia Deus é quem quer.
 A tendencia pela matutagem
 é coisa Herdada.

Poesia Branca - ausência de Rimas



domingo, 26 de agosto de 2012

O Sonho - Clarice Lispector




O sonho- Clarice Lispector

Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz. 

As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.



domingo, 22 de julho de 2012

Uma Paixão Pra Santinha - Jessier Quirino



Uma Paixão Pra Santinha

Jessier Quirino


























Xanduca de Mané Gago
Tinha querença mais eu
Me vestia de abraço
Bucanhava os beiço meu
Era aquele tirinete
Parecia dois colchete
Eu in nela e ela in nêu.
No apolegar das tetas
Nos chamego penerado
Nas misturação das perna
Nos cafuné do molengado
Nos beijo mastigadinho
Nos açoite de carinho
Nós era bem escolado.
Era aquele tudo um pouco
Era aquela amoridade
Mas faltava na verdade
Sensação de friviôco
Um querer, uma pujança
Daquela que dá sustança
Na homencia do cabôco.
No dia que`u vi Santinha
Sobrinha do sacristão
O bangalô do meu peito
Se enfeitou feito um pavão
Foi quando esqueci Xanduca
Sem mágoa sem discussão
Pois vimos que nós só tinha
Uma paixãozinha mixa
Uma jogada de ficha
Uma piola de paixão.
Santinha é a indivídua
Que misturou meu pensar
Que me deixou friviando
Sem nem sequer me olhar
Matutinha aprincesada
Mulher de voz aflautada
Olhosa de se olhar
Fulô de beleza fina
É a tipa da menina
Que se deseja encontrar.
Mas Santinha é quase santa
Nem percebe o meu amor
Não tem na boca um pecado
Tem o beicinho encarnado
Pintado a lápis de cor
Só tem olhos pra bondade
Mas não faz a caridade
De enxergar um pecador.
Ah! se eu fosse um monsenhor
Um padre, um frei, um vigário
Eu achucalhava os sino
De riba do campanário
Eu abria o novenário
Eu enfeitava um andor
Botava ela impezinha
Feito uma santa rainha
Padroeira dos amor.
Arranjava um pedestal
Um altar um relicário
Chamava todas carola
Chamava todo igrejário
E dizia em toda altura
Com voz de missionário:
Oh! minha santa Santinha!
Tire este manto celeste
Saia deste relicário
Olhe pra mim e garanta
Que vai deixar de ser santa
Que`u deixo de ser vigário!

terça-feira, 10 de julho de 2012


Sertão Nu e  Cru
  José Costa Leite













A Caatinga


A caatinga sertaneja
Tem quixaba e tem umbu
Que são plantas medicinais
Tem mussambê mulungu
Marmeleiro e catingueira
Catuaba e cumaru
Todo vaqueiro se cura
Com cascas de quixabeira
Quando ele cai do cavalo
Por cima de uma pedreira
Só se cura com as plantas
Da caatinga brasileira
A caatinga é terra boa
Quando chove na região
Que enche richo e barreiro
É grande a tranformação
E a safra com muito milho
Jerimum, fava e feijão
A caatinga sertaneja
É a terra do Bem-querer
Triste quando falta inverno
Que faz o povo sofrer
E mesmo não pode existir
Terra boa sem chover

domingo, 1 de julho de 2012

CD - Maciel Melo - Sina de cantador

CD - Maciel Melo - Sina de cantador | Forró em Vinil:

*01. Forró miúdo (Não tem culé) (Junior Vieira)
*02. Meu cenário - Petrúcio Amorim)
*03. Quando vejo minha amada (Maciel Melo)
*04. Caia por cima de mim (Maciel Melo)
*05. Gavião peneira (Maciel Melo - Virgílio Siqueira)
*06. A lavadeira (Maciel Melo - Rogério Rangel)
*07. Os olhos da esperança (Maciel Melo)
*08. Sonho chorado (Lamartine Babo)
*09. Sina e cantador Aldy Carvalho)
*10. Cores e tons (Maciel Melo)
*11. Um veio d’água (Maciel Melo)"

Macaíba: Vara discute aplicação de penas alternativas | TJRN - Notícias

Macaíba: Vara discute aplicação de penas alternativas | TJRN - Notícias: "A aplicação de penas alternativas, relacionadas à modalidade de prestação de serviços à comunidade, foi um dos temas discutidos, nesta última semana de agosto, pela Vara Criminal da Comarca de Macaíba, no Fórum Municipal Tavares de Lira.

Através de uma reunião, realizada no Salão do Tribunal do Júri, os servidores e o juiz Valter Antônio Silva Flor Júnior, titular da Vara Criminal, debateram, junto aos profissionais, que são responsáveis pela fiscalização do cumprimento de penas, a qualidade do cumprimento das medidas.

Segundo o magistrado, a proposta principal foi a de identificar a ocorrência de falhas na execução das atividades, a fim de que a dinâmica processual não sofra descontinuidade.

Participaram, entre outros profissionais, diretores de escolas e de postos de saúde, assim como aqueles que estão à frente de entidades assistenciais, que foram esclarecidos sobre a finalidade da prestação de serviços à comunidade, a forma de sua efetivação e fiscalização, bem como o modo de comunicação ao Poder Judiciário a respeito da freqüência e aproveitamento do ressocializando na tarefa designada.

A expectativa, de acordo com informações da Vara Criminal, é a de que sejam evitados problemas com o controle do comparecimento do ressocializando/beneficiário – cumpridor da pena, bem como evitar problemas com a fiscalização do trabalho e com o repasse das informações ao Judiciário. O que resultará em maior celeridade processual.


Artigos sobre Drogas - Site Antidrogas - Não jogue com a vida... - Avaliação longitudinal da lei antifumo no consumo de álcool em bares e casas da Escócia

Artigos sobre Drogas - Site Antidrogas - Não jogue com a vida... - Avaliação longitudinal da lei antifumo no consumo de álcool em bares e casas da Escócia: "Diversos estudos mostram a forte associação entre o consumo de álcool e o de tabaco. Fumantes têm um risco de 4 a 10 vezes maior de desenvolver transtornos relacionados ao uso de álcool (abuso e dependência) do que não-fumantes; e o hábito de fumar também é altamente correlacionado ao comportamento de beber pesado (definido pelo NIAAA, Instituto sobre Álcool e Alcoolismo dos EUA, como o consumo de mais de 14 doses/semana para homens, mais de 7 doses/semana para mulheres). Além disso, observa-se que o consumo de álcool pode levar a um maior consumo de tabaco, e vice-versa.

Como parte de um projeto internacional de avaliação das políticas de controle do tabaco ('International Tobacco Control Policy Evaluation Project”), foram realizados estudos em vários países sobre os efeitos de legislações antifumo. Na Escócia, levando-se em consideração essa forte associação entre o consumo de álcool e o de tabaco, pesquisadores investigaram o impacto da lei antifumo no comportamento de beber entre fumantes, avaliando-se o consumo de álcool antes e um ano após a implementação da lei.

Como a lei antifumo é restrita a ambientes públicos fechados, havia a possibilidade de que os fumantes deixariam de ir a bares devido à lei, e que então passariam a consumir mais álcool em suas residências. Assim, esse estudo também analisou se o consumo de bebidas alcoólicas havia aumentado ou diminuído em bares e nas residências após a lei antifumo, ou seja, se o local de consumo de álcool havia mudado por causa da lei. Para comparar os efeitos da lei antifumo na Escócia foram coletados dados no restante do Reino Unido (Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte), pois nesses locais não havia política antifumo regularizada, ao menos durante o período de realização do estudo.

De acordo com o esperado, durante todo o estudo os fumantes consumiram mais álcool do que não fumantes. Antes da lei antifumo, em geral não havia diferenças no consumo de álcool entre as amostras analisadas da Escócia (N = 525) e do restante do Reino Unido (N = 534). Após a lei antifumo, os escoceses fumantes diminuíram o consumo de álcool em bares, em comparação a fumantes do restante do Reino Unido. Em especial, fumantes bebedores pesados diminuíram em 47,5% o consumo de álcool em bares na Escócia, sem que houvesse aumento no consumo de álcool nas residências.

Não houve alteração geral na freqüência a bares, mas sim uma alteração no perfil dos clientes. Os fumantes bebedores (moderados ou pesados) diminuíram suas idas a bares após a lei antifumo na Escócia, porém, poucos escoceses fumantes abstêmios e não-fumantes (abstêmios ou bebedores) relataram ir menos freqüentemente aos bares.

A diminuição de quase 50% no consumo de álcool entre fumantes bebedores pesados após a lei antifumo está de acordo com outros estudos, que sugerem que as interações entre o álcool e o tabaco são ainda mais pronunciadas em bebedores pesados. Os autores ainda sugerem que esses resultados indicam que as restrições no consumo de tabaco podem levar a benefícios adicionais à saúde pública, como diminuição no consumo de álcool entre indivíduos que fazem o uso abusivo de álcool.

Título: Longitudinal evaluation of smoke-free Scotland on pub and home drinking behavior: Findings from the International Tobacco Control Policy Evaluation Project

Autores: McKee SA, Higbee C, O´Malley S, Hassan L, Borland R, Cummings KM, Hastings G, Fong GT, Hyland A.
Fonte: Nicotine and Tobacco Research
IF: 2,54
Fonte:CISA - Centro de Informações Sobre Saúde e Álcool"

Drogas | Histórico e Curiosidade das Drogas - Brasil Escola

Drogas | Histórico e Curiosidade das Drogas - Brasil Escola: "Intitulamos “droga” qualquer substância e/ou ingrediente utilizado em laboratórios, farmácias, tinturarias, etc., desde um pequeno comprimido para aliviar uma dor de cabeça ou até mesmo uma inflamação, é uma droga. Contudo, o termo é comumente empregado a produtos alucinógenos ou qualquer outra substância tóxica que leva à dependência como o cigarro, e o álcool, que por sua vez têm sido sinônimo de entorpecente.

As drogas psicoativas são substâncias naturais ou sintéticas que ao serem penetradas no organismo humano, independente da forma (ingerida, injetada, inalada ou absorvida pela pele), entram na corrente sanguínea e atingem o cérebro alterando todo seu equilíbrio, podendo levar o usuário a reações agressivas.

O que leva uma pessoa a usar drogas?

Pesquisas recentes apontam que os principais motivos que levam um indivíduo a utilizar drogas são: curiosidade, influência de amigos (mais comum), vontade, desejo de fuga (principalmente de problemas familiares), coragem (para tomar uma atitude que sem o uso de tais substâncias não tomaria), dificuldade em enfrentar e/ou agüentar situações difíceis, hábito, dependência (comum), rituais, busca por sensações de prazer, tornar (-se) calmo, servir de estimulantes, facilidades de acesso e obtenção e etc."

Macaíba - cidade dos apelidos: Da Paz

Antiga Rua João Pessoa a atual Rua Nair Mesquita

Rua do Barro Vermelho - na verdade é Rua Capitão João Lourenço


Antes chamava-se: Avenida da Integração, Já foi: Avenida Geraldo Melo e atualmente chama-se: Avenida Mônica Dantas.







Pax Clube
Macaíba é uma cidade de costumes engraçados. Quase todas as ruas tem como dizemos, os ciêntistas e biologos, um nome comum ou vulgar e um nome científico.Ou seria um nome de batismo e um nome artístico. Essas ruas, literalmente tem passado e presente. A cada postagem veremos essa tradição.
Rua do Fio e na verdade Rua Dr. Olimpio Maciel, Rua José de Baltasar é a famosa Rua do Mosquito, Rua da Aliança nada mais é do que a Rua Dr. Pedro Matos, Rua do Barro Vermelho tem dois nomes: do mercado até a Igreja São José ela chama-se Rua Dr. Pedro velho, da Igreja São José em diante chama-se Capitão João Lourenço, A Rua do Cajueiro é Rua Baltasar Marinho: A Rua do 35 é verdadeiramente a Rua General Aloísio Moura, A Rua da usina também recebe dois nomes: Rua Frei Miguelinho e Rua Major Antonio Delmiro.
Mas, existem aquelas que são apelidadas por um monumento, prédio.. Rua Senador Dinarte Mariz - Rua do cemitério; Rua Prudente de Morais é a Rua do Cartório, Rua Nossa Senhora da Conceição é a Rua da Igreja, Rua das 5 bocas...