Dia do Nordestino - 08 de Novembro

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Boi com sede bebe água...


Filho do dono
PETRÚCIO AMORIM

Não sou profeta
Nem tão pouco visionário
Mas o diário
Desse mundo tá na cara
Um viajante
Na boléia do destino
Sou mais um fio
Da tesoura e da navalha
Levando a vida
Tiro verso da cartola
Chora viola
Nesse mundo sem amor
Desigualdade
Rima com hipocrisia
Não tem verso nem poesia
Que console um cantador
A natureza na fumaça se mistura
Morre a criatura
E o planeta sente a dor

O desespero
No olhar de uma criança
A humanidade
Fecha os olhos pra não ver
Televisão de fantasia
E violência, aumenta o crime
Cresce a fome do poder

Boi com sede bebe lama
Barriga seca não dá sono
Eu não sou dono do mundo
Mas tenho culpa, porque sou
Filho do dono

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Terras de minha infancia

















Cordel - O que é - Pesquisa: Maria da Paz

O cordel é uma atividade de contar histórias que vem desde a Idade Média e, no Brasil, é muito mais difundido na região Nordeste do que em outras partes.
O nome "cordel" teve origem em Portugal, na Idade Média, porque os folhetos ficavam pendurados por cordões ou barbantes, em exposição. O mesmo hábito - e nome - continuou nas feiras do nordeste brasileiro, onde, ao mesmo tempo em que os folhetos são vendidos, os versos declamados.
Nesses textos, um narrador, geralmente anônimo, conta suas experiências para transmitir um ensinamento moral, uma sugestão de vida. O anonimato, no entanto, foi uma característica histórica que ao longo do tempo foi se perdendo e hoje não é mais relevante.
Os versos mais populares são as sextilhas (estrofes com seis versos) setessilábicas (com sete sílabas em cada verso). Mas, tambem são populares as quadras e as estrafes de dez versos.

Satanás trabalhando no roçado de São Pedro - José Costa Leite


O homem que é poeta
Dorme tarde, acorda cedo
Embora não rime bem
Eu vou traçar o enredo
Do Satanás trabalhando
No roçado de São Pedro

É uma pequena história
Há muito tempo passado
Que não me lembro da era
E nem se foi inventada
No tempo que Satanás
Trabalhava na enxada

Dizem que o Satanás
Botou um grande roçado
E danou-se a trabalhar
Que ficou todo suado
Quase morria de fome
E não tirou resultado

Naquele tempo São Pedro
Levava uma vida dura
Trabalhando na enxada
Cultivando agricultura
e tudo quanto plantava
Chegava uma grande fartura

Satanás era disposto
E na enxada era macho
Trabalhava com vontade
de ver São Pedro por baixo
Mas todo seu sacifício
Vai descer d'água abaixo
...
José Costa Leite

domingo, 19 de abril de 2009

A vida é uma dádiva



in 18 do mês de agosto eu nascia
Num sei se foi farta de nome
Ou se foi pru irunia
Minha mãe me batizou
pelo nome de Maria

Cuma a mãe do Messias
Num havera de ter orguio
Se a mãe de Jesus é meu Guia
Maria da Paz ou simplismente Maria

Fotos comentadas: Maria da Paz

Expressar a arte em diversas matérias primas
Esse é o verdadeiro desafio.
Aquí no Nordeste do Brasil são as variadas formas de expressões artísticas: a argila, bastante utilizada mundo a fora, tem em nossa região um poder de embelezamento, pois, mãos humildes com formas também humildes, retratos do cotidiano, são reveladas como os trabalhos abaixo. Esse trabalho de decoração com frutas e legumes é usado na culinária mais sofisticada e certamente não é uma criação nordestina, porém por ser o Nordeste uma região rica em frutos, como por exemplo, aquí no Rio Grande do Norte (melância e melão de Serra do Mel e Mossoró, abacaxí de Ielmo Marinho, manga, caju,caja, azeitona, mangaba...). Em Pernambuco, as uvas. Na Bahia, cacau. E tantos outros, tem seu uso frequente. O origami, uma arte milenar oriental se incorporou a nossa cultura e é bastante apreciada pelas crianças nas séries iniciais. Eu, particularmente, uso o origami com uma ferramenta de trabalho: perfecção, paciência, organização, criatividade, visão de oportunidades ou escolhas, são argumentos de aprendizagem no uso dessa arte maravilhosa. A arte em latinhas, além do lúdico e do aprimoramento da criatividade, pode-se incorporar a reciclagem ou o reaproveitamento e consequentemente a redução de matéria prima, razões pelas quais estamos empenhados em desenvolver a prática ou pensamento de preservar o meio ambiente. Com relação a arte em bronze, aquí nos preocupamos, mais verdadeiramente em mostrar ilustres de nossa terra que estão imortalizados em praças públicas em estátuas de bronze, Jackson do Pandeiro dispensa qualquer comentário, para nós nordestinos amantes da cultura Popular Brasileira e Luiz Gonzaga, merece nosso respeito, por que foi ele quem melhor retratou a seca do Nordeste. Foi ele que falou, gritou, berrou aos quatro cantos do país, que o sertanejo estava cansado de sofrer, foi ele o primeiro a criticar a industria da seca do Nordeste, que nos diz em um trecho de uma de suas músicas " esmola: ou mata de vergonha, ou vicia o cidadão". A arte em areia é comum nas praias do Nordeste. Essa é uma arte que é meio de sobrevivência para muitos, inclusive aquí no Rio Grande do Norte e Paraíba.

Arte em argila - Capoeira

Arte com latinha e caixas em Supermercado

Arte em bronze - Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga

A ema gemeu
No tronco do jurema

Foi um sinal bem triste, morena
Fiquei a imaginar
Será que o nosso amor, morena
Que está pra se acabar

A ema gemeu...

Você bem sabe
Que a ema quando geme
Vem trazendo no seu canto
Um bocado de azar
Eu tenho medo, morena
Pois acho que é muito cedo
Muito cedo, meu benzinho
Para esse amor se acabar

Vem morena
Vem, vem ,vem
Me beijar
Me beijar
Dá um beijo
Dá um beijo
Pra esse medo se acabar

Arte - computação gráfica

Decoração de mesa com frutas e legumes

Origami - dobraduras de papel

Arte em areia
NORDESTE INDEPENDENTE
Interpretação musical: Elba Ramalho

"Já que existe no sul esse conceito
Que o nordeste é ruim, seco e ingrato
Já que existe a separação de fato
É preciso torná-la de direito
Quando um dia qualquer isso for feito
Todos dois vão lucrar imensamente
Começando uma vida diferente
De que a gente até hoje tem vivido
Imagine o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente

Dividido a partir de Salvador
O nordeste seria outro país
Vigoroso, leal, rico e feliz
Sem dever a ninguém no exterior
Jangadeiro seria senador
O cassado de roça era suplente
Cantador de viola o presidente
E o vaqueiro era o líder do partido
Imagine o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente

Em Recife o distrito industrial
O idioma ia ser nordestinense
A bandeira de renda cearense
"Asa Branca" era o hino nacional
O folheto era o símbolo oficial
A moeda, o tostão de antigamente
Conselheiro seria o inconfidente
Lampião, o herói inesquecido
Imagine o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente

O Brasil ia te de importar
Do nordeste algodão, cana, caju
Carnaúba, laranja, babaçu
Abacaxi e o sal de cozinhar O arroz, o agave do luar
A cebola, o petróleo, o aguardente
O nordeste é auto-suficiente
O seu lucro seria garantido
Imagine o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente

Povo do meu Brasil
Políticos brasileiros
Não pensem que vocês nos enganam
Porque no fundo no fundo nosso povo não é besta"

sábado, 11 de abril de 2009

O beijo de Judas - Maria da Paz



Teria Judas vendido o Senhor Jesus por um punhado de moedas?
Ou estaria Judas cumprindo uma ordem do Senhor Jesus?
Pois, naquele dia Jesus o disse:
-"Você vai superar todos os outros apóstolos.
Pois você irá sacrificar o homem que eu encarno"
O que Jesus quis dizer com superar? Seria surpreender?
Ou seria ultrapassar, transcender, ir além?
Seria um beijo na face a simbologia que ele trairia Jesus?
Ou seria o beijo na sua face o sinal que confirmaria a obediencia de Judas?
O que Jesus quiz dizer com "sacrificar o homem que eu encarno"
Ele não disse "Você vai me sacrificar"
Também não disse "sacrificar o filho de Deus", ou "sacrificar o salvador", ou ainda: sacrificar o teu Mestre,..."
Durante muitos anos a "Igreja Católica",
julgou a ação de Judas.
Trinta moedas de prata!!!.
Por que será que Judas as deixou cair?
Por que será que ninguém as quiz?
Supomos que as pessoas estavam muito agitadas,
faziam algazarras, anarquizavam, gritavam.
Trinta moedas de prata!E ninguém as quiz?
A história não é uma só.
A história é aquela que convém.
Quantas vezes não nos deparamos com interpretações errôneas.
E depois de mais de 2000 anos, que diferença faz?
Jesus morreu, Judas morreu, Maria morreu, Madalena morreu...
Mas, suponhamos que estivessem todos aquí. Não, não, não...
Suponhamos que estivessemos lá,
Que fossemos a população daquela época.
Que numa daquelas estradas nos encontrassemos de cara com Judas!
Traidor!!! X-nove!!!, cabuêta!!!, traira!!!,
E se lá nossa ira fosse impiedosa, um verdadeiro provérbio
"Olho por olho, dente por dente", "Aquí se faz, aquí se paga", "Quem com ferro fere, com ferro será ferido".
E se no dia da ressureição,
todos nós reunidos na presença do Senhor e Ele nos dizessemos: Não vos ensinei "não julgues para não seres julgados?" Não vos falei que "Eu sou o caminho, a verdade e a vida? "E ainda não vos disse que Ninguém vem ao Pai se não por mim?"
Nós???
Alí parados, estáticos!!!
Sem compreender nada, por que não sabemos de nada.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

sábado, 21 de março de 2009

So'stô !!!


So'stô tu mangá d'eu
Um mulinga feio desse
Quer ser mió de que eu
Só pruquê foi pra cidade
Agora se engrandeceu

Sôis matuto cunem eu
Taives inté...


Maria da Paz
Ei, tais gostano do poema?
Pere um tiquim inté o livro sê pubricado
pra ver ele interim
Chau e xeru

Grandes caricaturistas

Belas caricaturasTim Maia - cantor e compositor
Hermeto Pascoal - cantor, compositor, músico brasileiro
Maguila - pugilista
Dunga - jogador de futebol
Cartola - cantor e compositor
Arlindo Cruz - músico sambista, cantor e compositor
Romário - jogador de futebol



Sorrir faz bem a saúde

E se a gente levasse a vida
com mais humor?
Talvez, a gente descobrisse
um jeito mais leve
de se relacionar com quem
está à nossa volta.
Reparando menos nas chatices
e mais nos pequenos prazeres.
Abrindo um pouco mais o sorriso
- Nem que seja para rir de si mesmo.
Espalhe seu humor por aí,
divida uma risada com alguém.


A felicidade consiste em nos contentarmos com o que temos.
Enfrentar a realidade e as diversidades. Nunca esperar que as coisas sejam fáceis,
pois a vida só boa por que temos que matar um leão por dia. A monotonia desbanca as nossas coragens, ativa a covardia e enfraquece nossa alma

sábado, 7 de março de 2009

Época - Notícia - Salvem o jegue


Encontrei esta reportagem na revista Época Nº 223 de 26 de agosto de 2002. É um tema tão atual que resolví reavivar a importância do animal que ajudou e continua ajudando a acelerar o progresso do nosso país. Precisamos dar valor a quem trabalha, assim disse Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, em uma de suas canções.
Época - Notícia- Salvem o jegue:
Salvem o jegue
Substituído pelas motos, o jumento nordestino hoje vale menos que uma galinha e é recusado até pelos matadouros
TIAGO CORDEIRO, DE SALVADOR
Marcio Lima/ÉPOCA

GUERRA
Prefeitos do sertão enchem caminhões com jegues sem dono e os abandonam nas cidades vizinhas.

Durante séculos o jegue foi o animal de estimação oficial das famílias do sertão. Era o amigo, o companheiro de trabalho, o meio de transporte capaz de buscar água no riacho próximo e voltar sozinho. O patrimônio mais valioso que um pai podia deixar para o filho. Isso acabou. Hoje é possível comprar um jumento por R$ 1, enquanto uma galinha custa sete vezes mais. O jegue está tão fora de moda que seus donos agora o esquecem na beira de alguma estrada, onde acaba causando acidentes. O desprezo pelo jumento é resultado da urbanização das cidades do interior do Nordeste. Por mais pobre que seja a família, hoje se pode comprar uma moto com apenas R$ 60 mensais. Carros aposentados nas capitais, como Caravans, Brasílias e Chevettes, são negociados por R$ 400. Os veículos, por piores que sejam, são mais rápidos, agüentam mais peso e não empacam. 'Os jegues estão marchando na contramão da História', diz Geraldo de Macedo, secretário de Agricultura de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, que destacou um grupo de funcionários para recolher os jegues sem dono que vagam pela cidade. Na caatinga, o que era uma grande vantagem virou problema. 'O jumento sobrevive nas situações mais difíceis".As pessoas se desfazem dele, mas ele fica vadiando pela cidade e invade as lavouras.' Os bichos capturados são levados para o interior da Paraíba, onde são vendidos a preço de banana. Outras prefeituras são menos politicamente corretas – na calada da noite enchem carretas com jegues para abandoná-los na cidade vizinha, que fará o mesmo no dia seguinte. A prefeitura de Guamaré, no Rio Grande do Norte, foi mais radical: proibiu a entrada de jumentos. Nas entradas da cidade, pôs guaritas com PMs para bloquear os quadrúpedes invasores. Nas capitais, os burros praticamente desapareceram. Em Salvador, só existem na periferia, geralmente usados por pequenas lojas de material de construção. 'O pessoal compra areia ou cimento para melhorar a casa e a gente faz a entrega com ele', explica Demetrius de Brito, dono da loja O Casarão da Construção e do jegue Algodão Doce.


Não é a primeira vez que o bicho está ameaçado. Na década de 60, sua carne passou a ser exportada para a França e o Japão, onde é bastante apreciada, e o número de animais caiu pela metade em sete anos. "Tivemos de fazer uma campanha de conscientização para evitar que eles acabassem', reclama Fernando Viana Nobre, presidente da Associação Brasileira de Criadores do Jumento Nordestino. Mas a atual crise é pior, explica outro defensor do animal, o padre cearense Antonio Batista Vieira, de 83 anos, autor do livro O Jumento, Nosso Irmão, que inspirou até música de Luiz Gonzaga. 'Antes as pessoas encontravam um jegue solto na rua e já queriam vender para o matadouro. Agora, eles ficam aí, abandonados. É muito triste.' Ele explica que os bichos já não servem nem para a exportação, porque o mercado globalizado agora compra jegues africanos, ainda mais baratos que os brasileiros.
Para defender o bicho, o padre Vieira coordena, há 30 anos, o Clube Mundial dos Jumentos, que já recebeu apoio até da atriz e ecologista francesa Brigitte Bardot. 'A situação é triste porque tudo o que existe neste Nordeste foi feito no lombo do jumento', ecoa Viana. O poeta popular Patativa do Assaré homenageou o companheiro eqüídeo no poema 'Meu Caro Jumento'. Em Santana do Ipanema, em Alagoas, a estátua de um jumento na entrada da cidade homenageia o bicho que buscou água no poço local antes da chegada das bombas d'água. E Panelas, em Pernambuco, faz um festival que inclui corrida de jegues e uma cerimônia na qual o animal vencedor é coroado Rei da Cidade."
Em 1967, havia 2,7 milhões de jumentos no Nordeste. Hoje, existe apenas 1,2 milhão No sertão, o preço de uma galinha poedeira é de R$ 7, enquanto um burro pode ser comprado por apenas R$ 1


TRANSPORTE POPULAR
Candidatos faziam questão de posar com jumentos, como Lula e Brizola (à esq.) em 1998
Para o antropólogo baiano Roberto Albergaria, o motivo para o abandono do jegue é mais simbólico que econômico. 'O fim do jumento é o fim do mundo agrário tradicional, com seu ritmo lento. Agora é o ritmo da moto, da cidade.' Prova disso é que acabou o tempo em que presidenciáveis como Luiz Inácio Lula da Silva se deixavam fotografar em cima de jumentos – o então candidato Fernando Henrique Cardoso chegou a criar polêmica em 1994, ao dizer que não havia montado num jegue, e sim num cavalo. Ao menos por enquanto, nenhum candidato encarou um lombo de burro."

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Uma viagem pelo Museu Interativo do semi árido


Semi árido
"O clima semi-árido é um tipo de clima caracterizado pela baixa umidade e pouco volume pluviométrico. Na classificação mundial do clima, o clima semi-árido é aquele que apresenta precipitação de chuvas média entre 300 mm e 800 mm."
"O clima semi-árido está presente no Brasil nas regiões Nordeste e Sudeste. Corresponde a uma área de 982.563,3 quilômetros quadrados[1] e é a região semi-árida mais populosa do mundo, com 36 milhões de pessoas.
É definido por quatro dos principais sistemas de circulação atmosférica. Ao passarem pela região, provocam longos períodos secos e chuvas ocasionais concentradas em poucos meses do ano. A precipitação pluviométrica é em média cerca de 750 mm/ano, de forma bastante irregular no espaço e no tempo. As altas temperaturas (cerca de 26o C) com pequena variação interanual exercem forte efeito sobre a evapotranspiração que, por sua vez, determinam o déficit hídrico como o maior entrave à ocupação do semi-árido e ressaltam a importância da irrigação na fixação do homem nas áreas rurais da Região Nordeste em condições sustentáveis.
A evapotranspiração é a perda pela evaporação. Como o subsolo é rico em rochas cristalinas (de baixa permeabilidade), a formação de aqüíferos subterrâneos é inibida. O regime de chuvas rápidas e fortes também impedem a penetração de água no subsolo. Uma outra característica do semi-árido brasileiro é a presença de sais nos solos, precipitados pela evaporação intensa, o que inibe a produtividade agrícola.
A programação de pesquisa relacionada ao clima estuda os parâmetros agrometereológicos que afetam o desenvolvimento e rendimento das culturas – em particular aqueles relacionados com o suprimento de água para "os processos metabólicos das plantas. Estudos têm sido realizados para estimar índices de evapotranspiração que são essenciais para um programa de irrigação. Os estudos abrangem as culturas da manga, banana, goiaba, acerola e tâmara."Clima semiárido - Wikipédia, a enciclopédia livre:

Faveleiro

Caatinga

Aquarela Nordestina
Luíz Gonzaga
Composição: Indisponível

No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra,
Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra.
Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra.
Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra.

Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte,
Como que reclamando sua falta de sorte.
Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida.
Não tem água a lagoa, já está ressequida.

E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste.
Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste.


Paisagens

Habitações

Povos

Inselbergd

Vale dos Dinossauros